Alestorm – Live at the End of the World

Clima de festa no convés marca primeiro álbum ao vivo de banda escocesa

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Um dos subgêneros mais legais do heavy metal é o chamado Folk Metal, já que ele promove uma mistura de ritmos e instrumentos que pouco se vê dentro do cenário do rock. Como o próprio nome diz, esse estilo musical em particular combina as características intrínsecas do heavy metal (guitarras velozes, bateria marcante, etc) com temáticas, instrumentos e sonoridades mais locais, algumas vezes usando-se isso mesmo nas letras das músicas. Bandas como os faroeses do Týr e os finlandeses do Korpiklaani não se furtam em apresentar músicas em sua língua natal em seus trabalhos.

Formado por Christopher Bowes (vocais e teclados), Dani Evans (guitarra), Gareth Murdock (baixo), Elliot Vernon (teclados) e Peter Alcorn (bateria) e originário da Escócia, o Alestorm é uma das boas bandas do gênero e, depois de três álbuns de estúdio – “Captain Morgan’s Revenge” (2008), “Black Sails at Midnight” (2009) e “Back Through Time” (2011) – lança esse “Live at the End of the World”, que consegue captar bem todo o clima de festa em alto-mar que marca as composições da banda. Com letras fortemente influenciadas pelas aventuras de piratas que viajavam pelos mares em busca de tesouros escondidos, rum e butim conseguido ao pilhar navios mercantes, muitos fãs e mesmo críticos colocaram um rótulo distinto no som da banda. Assim sendo, o Alestorm passou a ser a primeira – e, até o momento, única – banda no mundo a praticar o chamado True Scottish Pirate Metal. Entenda isso como quiser.

Um dos aspectos mais legais ao se observar os integrantes do Alestorm ao vivo – “Live at the End of the World” saiu em formato de CD e DVD – é ver que os caras não se levam nem um pouco a sério e estão ali única e exclusivamente para se divertir e isso contagia o público. Outro ponto positivo é que todas as músicas do Alestorm têm um clima bem pra cima e letras bastante divertidas, especialmente aquelas que prestam ode à fama dos piratas de se embebedarem sempre que possível. Músicas como “The Sunk’n Norwegian”, “Nancy The Tavern Wench”, “Wenches & Mead” e “Rum” são alguns dos destaques do álbum que, com 16 faixas, faz um apanhado bem legal do que a banda produziu até agora. Isso já é um atrativo a mais para aqueles que gostariam de conhecer mais o som dos caras.

“Live at the End of the World” foi lançado na Europa no dia 18 de novembro e, até onde sei, ainda não tem previsão de ganhar uma versão nacional. Já a prévia do álbum, com o vídeo para “Wenches & Mead” pode ser vista aqui.

 

 

 

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